‘Love On The Brain’ sobe 16 posições e alcança o #34 lugar na Billboard Hot 100

Hoje (28), foi liberada a nova atualização da Billboard Hot 100 e o atual single da era ANTI subiu de #50 para #34 posição, atingindo um novo pico na lista, pela sexta semana consecutiva.

A Faixa atualmente se encontra na 29° posição no iTunes nos Estados Unidos e já vendeu mais e 220 mil cópias no país.

Vale lembrar que a canção vem subindo nas paradas após ser enviada as rádios americanas.

Revista TIME lista ‘ANTI’ e ‘Work’ entre os 10 melhores álbuns e clipes de 2016.

O final do ano chegou, e com ele as grandes revistas têm tradição de liberar lista das melhores do ano.

Hoje a revista TIME liberou suas listas de final de ano e Rihanna faz presença com ‘ANTI’, ‘Work’ e ‘FAMOUS’, apesar de Kanye West não ter creditado Rihanna. Confira:

TOP 10 MELHORES ÁLBUNS

#7 ANTI

”Rihanna pode ser a pessoa mais carismática do planeta, e ‘ANTI’ é seu primeiro álbum a reconhecer que seu carisma é sua maior força. Suas músicas são de todo lugar: ela se move do dancehall, para ‘Stoned Soul’, para a trap-pop bagunçado,  para a psicodélico Tame Impala, tudo sem piscar, contando com a força de sua  personalidade para manter tudo junto. O resultado é um álbum que cria e ignora tendências ao invés de persegui-las. O estrelato de Rihanna tem sido inquestionável para uma década sólida neste momento; ANTI é o primeiro álbum que faz sua  justiça. “

TOP 10 MELHORES CLIPES

#8 Work

”Uma das canções mais quentes de 2016 recebe dois vídeos, ambos alimentando os rumores de encontros que perseguiram Rihanna e Drake durante todo o ano. Primeiro, encontramos Rihanna em uma movimentada boate de dança jamaicano, onde os corpos brilham em exibição. O segundo vídeo super sensual tem os dois dançando um para o outro sozinhos, a química palpável. Dirigido pelo Diretor X e Tim Erem, respectivamente.

TOP 10 MELHORES MÚSICAS

#10 Famous – Kanye West feat. Rihanna.

Para conferir todas as listas completas basta clicar AQUI.

NME nomeia “Work” como Música do Ano

Hoje, a revista NME publicou sua lista com as melhores músicas do ano. Artistas como Drake, Beyoncé, Kanye West, Chance The Rapper, Charlie XCX, David Bowie, entre outros compõem o Top 20. O topo ficou com a canção “Work” de Rihanna em parceria com Drake. Confira o Top 20:

1. “Work” (feat. Drake) – Rihanna

2. “Somebody Else” – The 1975

3. “All Night” – Chance The Rapper

4. “Gardenia” – Iggy Pop

5. “Tilted” – Christine & The Queens

6. “Formation” – Beyoncé

7. “Ultralight Beam” – Kanye West

8. “Man” – Skepta

9. “Where Are You Now?” – Lady Leshurr

10. “After The Afterparty” – Charlie XCX

11. “Lazarus” – David Bowie

12. “The Sound” – The 1975

13. “New Song” – Warpaint

14. “Cool Girl” – Tove Lo

15. “Good Grief” – Bastille

16. “Lite Spots” – Kaytranada”

17. “One Dance” (feat. Kyla & WizKid)

18. “Charlemagne” – Blossoms

19. “A 1000 Times” – Hamilton Leithauser + Rostam

20. “Shut Up Kiss Me” – Angel Olsen

 

Já na lista dos melhores álbuns de 2016, “ANTI” ficou na 40ª posição.

‘ANTI’ é eleito o álbum feminino mais ICÔNICO de 2016 em votação promovida pela Billboard.

Recentemente a Billboard através de sua página oficial no Facebook, liberou uma transmissão ao vivo para promover uma votação que elegeria o álbum feminino mais icônico do esse ano. Para votar era fácil, bastava deixar sua reação no post de acordo com o álbum, cada um tinha sua reação, e estavam concorrendo o ‘ANTI’ da Rihanna, ‘Lemonade’da Beyoncé , “Joanne’ da Lady Gaga e ‘Glory’ da Britney Spears.

O vídeo até o momento teve mais de 1 milhão de visualizações e contou com volta de 180 mil votos, e ‘ANTI’ foi o mais vontado com mais de 55 mil votos, recebendo cerca de 30% dos votos. Em segundo lugar ficou o álbum ‘Joanne’ com 50 mil votos, em terceiro ‘Lemonade’ com 49 mil votos e por último, ‘Glory’ que recebeu 26 mil votos.

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Para ver a postagem oficial basta clicar AQUI.

Vale lembrar que o ‘ANTI’ foi lançado em apenas 10 meses e já acumula 4,5 milhões de cópias mundialmente, além de ter ficado mais de 6 meses no TOP 10 da Billboard 200, fazendo parte de um seleto grupo de álbuns que conseguiram passar esse tempo, desde 1991 apenas 25 álbuns conseguiram tal feito.

“Se Michael Jackson definiu a geração MTV, ela definiu a da mídia social.” – The National.

Às vésperas da performance da Rihanna no Abu Dhabi Grand Prix, o jornal The National.ae divulgou matéria em homenagem à Rihanna.

Leia abaixo a tradução adaptada dos pontos principais!

Antes da performance no Abu Dhabi Grand Prix, olhando a ascensão da Rihanna à fama.

Por: 

Quando Rihanna explodiu nas paradas e nas primeiras páginas, em meados da década de 2000, alguém imaginou que o espírito da mídia ainda estaria rodando em torno dela uma década mais tarde, como carros voando em torno de uma pista de Fórmula 1?

A cantora barbadiana, a estrela do último show pós-corrida do Grand Prix de Abu Dhabi na Yas Island’s du Arena, no domingo, continua a ser apontada como a mulher de quem mais se fala em todo o mundo.

[…]

É preciso um talento especial, e caráter, para gerar tal interesse ávido por tanto tempo – mas então, Rihanna é talvez o exemplo perfeito da estrela pop pós-milenar. Se Michael Jackson definiu a geração MTV, ela definiu a da mídia social. YouTube foi lançado apenas alguns meses antes do lançamento de seu primeiro single, Pon de Replay de Music Of The Sun, em 2005, com o Twitter em seguida, em 2006. A estrela pop e essas plataformas têm crescido juntos.

Na verdade, é discutível se um talento recluso como Jackson seria tão bem sucedido na cultura de gratificação instantânea de hoje.

Enquanto crescia, a jovem Robyn Rihanna Fenty foi inspirada por Madonna, que manteve os hits e as manchetes fluindo, e – ao contrário de Jackson – controlou habilmente sua própria imagem.

Ela pode ter realizado alguns shows sem brilho ao longo dos anos, mas como o hit acima mencionado sugere [referência à Work], o trabalho duro é a chave para o sucesso contínuo de Rihanna. Ela lançou um álbum por ano entre 2009 e 2012, pressionando os parâmetros do pop ao longo do caminho. Mesmo a faixa que fez dela um nome familiar, Umbrella, é bastante peculiar.

Essa canção – com seu mentor e chefe de gravadora, Jay-Z – apareceu em seu segundo álbum, Good Girl Gone Bad, em 2007. Mas a “real” Rihanna realmente começou a surgir com seu próximo LP, Rated R de 2009, do qual ela foi produtora executiva. Tomando o controle, RiRi adotou uma abordagem às vezes assustadora, alienando os fãs casuais, mas inspirando a próxima geração.

“Eu a amo”, disse a cantora norte-americana Halsey, nesta semana. “Eu queria que ela fosse minha irmã mais velha.”

Os álbuns subsequentes da Rihanna são exemplos de destaque da cultura atual do “stream-antes-de-comprar”: sem enchimento, inúmeras faixas bônus e uma abordagem livre de limites para os gêneros, o que requer um fornecimento constante de talentos novos.

[…]

Tendo adotado um som mais agressivo de rap, rock e dubstep influenciado no final de 2000, com convidados como Slash e Nicki Minaj, ela então trabalhou com dois artistas britânicos relativamente impopulares: o DJ escocês Calvin Harris, em We Found Love, e Coldplay, em seu álbum, na balada Princess Of China. Ambos foram riscos calculados – e golpes gigantescos e memoráveis. RiRi tornou-se uma precursora destemida para a atual crença de que qualquer coisa funciona no cenário POP.

Essa abordagem ajudou a lançar novos talentos, também. O álbum Unapologetic de 2012 foi novamente fortemente influenciado pela cultura do boate, mas também contou com contribuições de dois cantores e compositores: Half of Me, escrito pela cantora escocesa Emeli Sandé, e Stay, um adorável dueto com Mikky Ekko, de Louisiana, que teve sua carreira impulsionada.

[…] No ano passado, ela trabalhou com Paul McCartney – e Kanye West – no single acústico FourFiveSeconds. O single foi omitido em seu oitavo álbum, ANTI, no qual voltou a passear selvagemente entre as sonoridades, embora com menos ritmo. Bem, ela tem 28 anos agora.

A imagem, agora icônica, de Rihanna também surgiu na fúria do final dos anos 2000, quando ela trocou cores seguras e divertidas para uma sensação mais escura e punk. Esse olhar perdura através de sua assinatura coleção Fenty para Puma, uma espécie de esporte gótico casual que é claramente ela.

Poucos artistas conseguiram tal estética descontroladamente diversa, imagine você, da rainha das passarelas demure à estrela nua, coberta de tatuagens. Este ano, uma artista colombiana construiu uma enorme e decapitada estátua da Rihanna em uma galeria de Berlim, como um símbolo da cultura da celebridade moderna.

Essa fama duradoura é alimentada pela fofoca fervorosa, é claro, e pelo seu visual e som que essão invariavelmente entrelaçados com as manchetes. O intenso Rated R foi lançado após o fim violento de seu relacionamento com Chris Brown, mas Unapologetic, em seguida, apresentou um dueto com Brown, que causou repercussão confusa na mídia.

[…]

Uma carreira como atriz parece ser o objetivo da vida futura, dado que a música e a moda, em grande parte, já foram conquistados. A Sra. Fenty será vista em breve na regravação de Ocean’s Eight, e no épico de ficção científica Valerian and the City of a Thousand Planets – ambos projetos importantes. Como suas performances são recebidas continua a ser visto – que é um aspecto da carreira de Madonna, ela não vai querer corresponder. […]

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