Rihanna está prestes a ir ao Senegal, nos próximas dia 02 e 03 de fevereiro, para cumprir questões como embaixadora da educação na cúpula sobre o financiamento da Aliança Mundial para a Educação, que acontecerá em Dacar, capital do país, mas parece que a sua ida não está agradando.

Um grupo islâmico conhecido por “Coletivo Anti-Franco-Maçons” emitiu um comunicado hoje (29) onde acusa o grupo qualifica a viagem de Rihanna como parte de um “amplo plano demoníaco (…) para fazer do Senegal um centro de perversão universal”; “Os senegaleses questionam de forma legítima o que uma figura como Rihanna poderia contribuir para a educação de nossas crianças”.

O grupo pode ser citado por certa influência no páis, uma vez que já conseguiram o cancelamento de um encontro entre franco-maçons africanos.

Apesar de tal declaração, a ida de Rihanna levantou debate no país, onde uma parcela da população defende que tal posicionamento é prejudicial ao país, que deve entender que vivem apenas muçulmanos.

Atualização 01/02/2018

Com a ida amanhã da Rihanna ao Senegal, o coletivo religioso contra a sua presença prometeu se manifestar ”desde a saída da cantora do avião, e se preciso, até à porta da Assembléia”, o grupo garante que Rihanna é illuminati assumida.

O grupo, na verdade, é um coletivo de 30 grupos religiosos contra a maçonaria e a homossexualidade, e a ida da Rihanna além de ser acusada de “criar um programa educativo e fazer das gerações futuras discípulos fiéis de Satã”, cai coincidentemente no dia de um encontro maçom no país, que também foi alvo de protesto pelo mesmo coletivo.

 

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